Quartos de criança · [PENDENTE: data de publicação]

Pense primeiro
na criança.
Depois no quarto.

Canto de estudo num quarto infantil: secretária em madeira, cadeira em forma de borboleta e prateleiras.

Antes da cama, da cor ou do papel de parede guardado no Pinterest, existe uma pergunta: quem vai viver aqui?

Duas crianças da mesma idade podem precisar de quartos completamente diferentes. Uma constrói no chão. Outra prefere livros. Outra quer tudo à vista. E aquilo de que precisa aos 2 anos não é o mesmo de que precisará aos 8.

Durante alguns dias, observe

  • Onde prefere brincar?
  • Consegue chegar sozinho àquilo que usa todos os dias?
  • O quarto funciona para a criança que tem hoje ou para uma fase que já passou?

Estas respostas dizem mais sobre o quarto do que qualquer fotografia de inspiração.

Autonomia começa naquilo que está ao alcance

Livros, brinquedos e objetos do dia a dia devem estar à altura da criança. Quando consegue chegar sozinha ao que precisa, o espaço torna-se verdadeiramente seu.

E quando cada coisa tem o seu lugar, arrumar torna-se natural. Soluções simples, acessíveis e fáceis de identificar ajudam a criança a perceber onde pertence cada objeto.

Existe o quarto certo para aquela criança, naquela família e naquela casa.

Mais espaço livre, mais possibilidades

Uma boa distribuição não significa colocar mais coisas num quarto. Significa organizar o essencial para criar percursos claros, autonomia e espaço para brincar.

Ilustração em aguarela: um quarto infantil com livros e objetos ao alcance da criança, com as alturas assinaladas.
Ilustração em aguarela: planta de um quarto infantil com o percurso livre assinalado entre a cama, a arrumação e a zona de brincar.

O primeiro passo

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